Governança corporativa e valor da firma: um estudo de empresas brasileiras do setor elétrico

Flávia Ferreira Marques Bernardino, Fernanda Maciel Peixoto, Roberto do Nascimento Ferreira
DOI: https://doi.org/10.21529/RECADM.2014014

Texto completo:

Artigo PDF

Resumo

Esta pesquisa pretendeu analisar os efeitos da adoção de mecanismos de governança corporativa pelas empresas de capital aberto do setor elétrico brasileiro sobre seu valor de mercado, no período de 2008 a 2012. Para tanto, construiu-se um índice de qualidade da governança, pelo método Análise de Componentes Principais, envolvendo 12 variáveis representativas dos mecanismos de governança reconhecidos pela Teoria de Agência, baseado nos trabalhos de Correia (2008) e Peixoto (2012). Tal índice foi utilizado nas regressões com dados em painéis, em associações com Q de Tobin e MBA (market-to-book sobre o ativo). Os resultados revelaram uma relação negativa e significativa, que pode estar associada às particularidades do setor elétrico, ao fato de o mercado de capitais brasileiro ser pouco desenvolvido, ou mesmo ao reduzido nível de liquidez das empresas.

 

 


Palavras-chave

Governança Corporativa; Valor de Mercado; Análise dos Componentes Principais


Referências


Ahmad, Z., Hassan, S., & Mohammad, J. (2003). Determinants of environmental reporting in Malaysia. International Journal of Business Studies, 11(1), 69-90.

Almeida, M. A., Santos, J. F dos., Ferreira, L. F. V. de M., & Torres, F. J. V. (2010). Evolução da Qualidade das Práticas de Governança Corporativa: um Estudo das Empresas Brasileiras de Capital Aberto Não Listadas em Bolsa. RAC, 14(5), 907-924.

Almeida, R. S. de., Klotzle, M. C., Pinto, A. C. F. Composição do conselho de Administração no setor de energia elétrica do Brasil. Revista de Administração da UNIMEP, 11(1), 156-180.

Amaral Filho, J. B. de S. A reforma do setor elétrico brasileiro e a questão da modicidade das tarifas. 231 f. Tese (Doutorado em Ciências Econômicas) – Instituto de Economia da UNICAMP, São Paulo, SP, Brasil.

Ammann, M., Oesch, D., & Schmid, M. M. (2011). Corporate governance and firm value: International evidence. Journal of Empirical Finance. 18, 36-55.

Andrade, A., & Rossetti, J. P. (2012) Governança corporativa: fundamentos, desenvolvimento e tendências. São Paulo: Atlas.

Barontini, R., & Bozzi, S. (2011). Board Compensation and Ownership Structure: Empirical Evidence for Italian Listed Companies. Journal of Management and Governance , v. 15, p. 59-89.

Baum, C. F. (2001). Residual diagnostics for cross-section time series regression models. Stata Journal,1(1), 101-104.

Bebchuk, L. A, Cohen, A., & Ferrell, A. (2009). What Matters in Corporate Governance? Review of Financial Studies, 22(2), 783–827.

Bernini, E. J. (2010). Governança Corporativa e Governança Pública no ambiente de negócios regulados: Reflexões para o caso do setor elétrico brasileiro. Painel: Perspectivas para o ambiente regulado Cenário e Tendências. [Palestra proferida em Seminários de Energia Elétrica Agências reguladoras: Papel e atuação no Setor Elétrico (ABDIB/EDUCORP)]. São Paulo, 2010. Recuperado em 7 agosto, 2013, de http://www.abdib.org.br/arquivos_comite//bernini_negocios_regulados.pdf

Beys, F. N. (2009). Análise das Práticas de Governança Corporativa do Setor de Energia Elétrica Brasileiro. 187 f. Dissertação (Mestrado em Administração) - Faculdade de Administração, Contabilidade e Economia, da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RGS), Porto Alegre, RS, Brasil.

Bhagat, S., & Bolton, B. (2008). Corporate governance and firm performance. Journal of Corporate Finance, 14, 257–273.

Black, B. S., Carvalho, A. G. de, & Gorga, É. (2012). What matters and for which firms for corporate governance in emerging markets? Evidence from Brazil (and other BRIK countries). Journal of Corporate Finance, 18(4), 934–952.

Bohren, O., & Odegaard, B.A. (2004). Governance and performance revisited. [ECGI – Finance Working Paper No 28].Disponível em: Acesso em 03 mar. 2014.

Bortolon, P. M., Sarlo Neto, A., & Santos, T. B. (2013). Custos de Auditoria e Governança Corporativa. R. Cont. Fin. – USP, 24(61), 27-36.

Braga-alves, M. V, & Shastri, K. (2011). Corporate Governance, Valuation, and Performance : Evidence from a Voluntary Market Reform in Brazil. Financial Management, 139–157.

Bruno, V., & Claessens, S. (2007). Corporate Governance and Regulation: Can There Be Too Much of a Good Thing ?, Journal of Financial Intermediation, 19(4) 461-482.

Carvalhal-da-Silva, A. L., & Leal, R. P. C. (2005). Corporate índex, firm valuation and performance in Brazil. Revista Brasileira de Finanças, 3(1), 1-18.

Castro, N. J. de., Brandão, R., Dantas, G., & Rosental, R. (2013). O Processo de Reestruturação do Setor Elétrico Brasileiro e os Impactos da MP 579. Texto de Discussão do Setor Elétrico n.º 51. Recuperado em 30 abril, 2014, de http://www.nuca.ie.ufrj.br/gesel/tdse/TDSE-51.pdf.

Chhaochharia, V. & Grinstein, Y. (2007). Corporate governance and firm value: The impact of the 2002 governance rules. Journal of Finance, 62, 1789-1825.

Claessens, S., Djankov, S., Fan, J. P. H., & Lang, L.H. P. (2002). Disentangling the Incentive and Entrenchment Effects of Large Shareholdings. The Journal of Finance, 57(6), 2741-2771.

Correia, L. F. (2008). Um Índice de Governança para Empresas no Brasil. Tese de Doutorado em Administração, Centro de Pós-Graduação e Pesquisa em Administração, Faculdade de Ciências Econômicas, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, MG, Brasil.

Correia, L. F., Amaral, H., & Louvet, P. (2011). Um índice de avaliação da qualidade da governança corporativa no Brasil. Revista Contabilidade & Finanças, 22, 45–63.

Cremers, M., & Ferrell, A. (2010). Thirty years of corporate governance: firms valuations & stock returns. CELS 2009 4th Annual Conference on Empirical Legal Studies Paper. Yale International Center for Finance Working Paper, n. 09-09. Recuperado em 12 dezembro, 2013, de http://ssrn.com/abstract=1413133

Dalton, D., Daily, C., Certo, S. T., & Roengpitya, R. (2003). Meta-analysis of financial performance and equity: fusion or confusion?. Academy of Management Journal, 46, 13–26.

Demsetz, H., & Villalonga, B. (2001). Ownership structure and corporate performance’. Journal of Corporate Finance, 7(3), 209–33.

Destefanis, S., Sena, V. (2007). Patterns of Corporate Governance and Technical Efficiency in Italian Manufacturing. Managerial and Decision Economics, 28, 27-40.

Durnev, A., & Kim, E. H. (2005). To steal or not steal: firm attributes, legal environment and valuation. The Journal of Finance, 60(3), 1461-1493.

Dutra, M. G. L., & Saito, R. (2001). Conselhos de administração: análise de sua composição em um conjunto de companhias abertas brasileiras. In XXV Encontra da Associação Nacional de Pós-Graduação em Administração (Enanpad), 2001, Campinas. Anais ...Rio de Janeiro: ANPAD, (CD ROM).

Erber, P. Modicidade Tarifária no Setor Elétrico. Recuperado em 30 abril, 2014, de http://www.inee.org.br/informacoes_imprensa_artigo.asp?id=611&Cat=info.

Ehikioya, B. I. (2009). Corporate governance structure and firm performance in developing economies: evidence from Nigeria. Corporate Governance, 9(3), 231-243.

Fahlenbrach, R., & Stulz, R. M. (2009). Managerial Ownership dynamics and firm value. Journal of Financial Economics, n.92, p. 342-361.

Fischer, M. A. (2012). Governança corporativa analisada nos limites circunscritos da crise subprime: análise dos efeitos da crise na volatilidade das ações no novo mercado brasileiro e no prime standard alemão. Dissertação, Mestrado em Administração, Universidade Federal de Uberlândia, Programa de Pós-Graduação em Administração, Uberlândia, MG, Brasil.

Foley, C. F., & Greenwood, R. (2010). The evolution of corporate ownership after IPO: The impact of Investor Protection. Review of Financial Studies, 23(3), 1231-1260.

Francis, J., Khurana, I., Pereira, R. (2005). Disclosure incentives and effects on cost of capital around the world. Acc. Rev. 80, 1125–1162.

Gillan, L. S.; Hartzell, J. C. & Starks, L. T. (2003). Explaining corporate governance: boards, bylaws and charter provisions. Weinberg Center for Corporate Governance, Working Paper N. 2003-03. Disponível em: http://ssrn.com/abstract=442740. Acesso em fev. 2014.

Gompers, P. A., Ishii, J. L., & Metrick, A. (2003). Corporate Governance and Equity Prices. Quarterly Journal of Economics. 118(1), 107-155. Recuperado em 15 junho, 2013, de http://ssrn.com/abstract=278920

Gorga, É. C. R. (2005). Direito Societário Brasileiro e Desenvolvimento do Mercado de Capitais: uma perspectiva de “Direito e Economia”. Tese de Doutorado, Programa de Pós-Graduação da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, São Paulo, Brasil.

Gotardelo, D. R. (2006). Estudo das práticas de governança corporativa e o desempenho organizacional: uma análise envolvendo rentabilidade, volatilidade e valor de mercado. Dissertação de Mestrado em Administração, Faculdade de Administração da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-Minas), Belo Horizonte, MG, Brasil.

Holderness, C. G., & Sheehan, D. P. (1988). The role of majoritary shareholders in publicly held corporations: an exploratory analysis. Jornal of Financial Economics, 20(1), 317-346.

Instituto Brasileiro de Governança Corporativa. (2009). Código das melhores práticas de governança corporativa. (4a ed.). São Paulo: IBGC.

Jensen, M., & Meckling, W. (1976). Theory of the firm: managerial behavior, agency costs and ownership structure. Journal of Financial Economics, v.3, n. 4, p. 305-360.

Khanchel, I. (2007). Corporate governance: measurement and determinant analysis. Managerial Auditing Journal, 22(8), 740-760.

Johnson, S., Boone, P., Breach, A., & Friedman, E. (2000). Corporate governance in the Asian financial crisis. Journal of Financial Economics, 58, (1), 141-186.

Klapper, L. F., & Love, I. (2002). Corporate Governance, Investor Protection and Performance in Emerging Markets [Working Paper n. 2818]. World Bank Policy Research. Recuperado em 05 julho, 2013, de http://ssrn.com/abstract=303979.

Klapper, L. F., & Love, I. (2004). Corporate Governance, Investor Protection, and Performance in Emerging Markets. Journal of Corporate Finance, 10, 703-728.

Lameira, V. J. (2007). Governança corporativa, risco e desempenho das companhias abertas brasileiras – uma análise do relacionamento entre as práticas de governança corporativa, o risco e o desempenho das companhias abertas brasileiras. Tese de Doutorado em Administração, Programa de Pós-Graduação em Administração de Empresas, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro [PUC-Rio], Rio de Janeiro, Brasil.

Lameira, V. J., Ness, W. L., Jr., & Soares, T. D. (2005). Governança corporativa: impactos no valor das companhias abertas brasileiras. In: V Encontro Brasileiro de Finanças, Sociedade Brasileira de Finanças, 2005.

La Porta, R., Lopez-de-Silanes, F., & Shleifer, A. (1999). Corporate ownership around the world. Journal of Financ, 54(2), 471-517.

La Porta, R., Lopez-de-Silanes, F., Shleifer, A., & Vishny, R. W. (1998). Law and finance. Journal of Political Economy, 106(6), 1113-1155.

La Porta, R., Lopez-de-Silanes, F., Shleifer, A., & Vishny, R. W. (2002). Investor protection and corporate valuation. The Journal of Finance, 57(3), 1147-1170.

Leal, R. P. C., Carvalhal-da-Silva, A. L., & Valadares, S. M. (2002). Estrutura de Controle das Companhias Brasileiras de Capital Aberto. Revista de Administração Contemporânea (RAC), 6 (1), 7-18.

Lemmon, M., & Lins, K. (2001). Ownership Structure, Corporate Governance, and Firm Value: Evidence from the East Asian Financial Crisis. [Working Paper No 393]. William Davidson Institute, 3rd Annual Fin. Mkt. Dev. Conference, Hong Kong, China. Recuperado em 25 abril, 2014, de http://ssrn.com/abstract=265108.

Lima, G. A. S. F. de. (2009). Nível de Evidenciação x Custo da Dívida das Empresas Brasileiras. Revista Contabilidade & Finanças, 20(49), 95-108.

Liu, C., Uchida, K., & Yang, Y. (2012). Corporate governance and firm value during the global financial crisis: Evidence from China. International Review of Financial Analysis, 21(1), 70-80.

Lopes, A. B., & Walker, M. (2008). Firm-Level Incentives and the Informativeness of Accounting Reports: An Experiment in Brazil. Recuperado em 16 agosto, 2013, de http://papers.ssrn.com/sol3/papers.cfm?abstract_id=1095781

Losekann, L. D. (2003) Reestruturação do setor elétrico brasileiro: cordenação e concorrência. Tese de Doutorado em Economia, Instituto de Economia, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil.

Macedo, M. A. S. & Corrar, L. J. (2009). Análise comparativa do desempenho contábil-financeiro de empresas com boas práticas de governança corporativa no Brasil. In: XXXIII ENANPAD - Encontro Nacional da ANPAD, São Paulo.

Martins, G. A., & Theóphilo, C. R. (2007). Metodologia da investigação científica para ciências sociais aplicadas. São Paulo: Atlas.

Martynova, M., & Renneboog, L. D. R. (2010) A Corporate Governance Index: convergence and diversity of national corporate governance regulations. TILEC Discussion Papers, v. 2010-012, 1-35.

Mello, J. S. F de. (2007). O impacto da governança corporativa no valor de mercado das companhias de capital aberto no Brasil – uma reaplicação. Dissertação de Mestrado em Administração, Centro de Pós-Graduação e Pesquisa em Administração, Faculdade de Ciências Econômicas, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, MG, Brasil.

Morck, R., Shleifer, A., & Vishny, R. W. (1988). Management ownership and market valuation: an empirical analysis. Journal of Financial Economics, v.20, p.293-316.

Nagar, A. L., & Basu, S. R. (2002). Weighting sócio-economic indicators of human development: a latent variable approach. In: Ullah et al. (orgs.). Handbook of applied econometrics and statistical inference (Cap. 29). New York: Marcel Dekker.

Peixoto, F. M. (2012). Governança corporativa, desempenho, valor e risco: estudo das mudanças em momentos de crise. 2012. Tese de Doutorado em Administração, Centro de Pós-Graduação e Pesquisa em Administração, Faculdade de Ciências Econômicas, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, MG, Brasil.

Peixoto, F. M., Amaral, H. F., Correia, L. F., & Neves, J. C. C. (2013). Governança Corporativa e Valor de Mercado: o que mudou durante as crises ocorridas na primeira década do século XXI?. In: 13º Encontro Brasileiro de Finanças, 2013, Rio de Janeiro. v. XIII. p. 15-30.

Rover, S., Tomazzia, E. C., & Murcia, F. Dal-Ri. Explicações para a divulgação voluntária ambiental no Brasil utilizando a análise de regressão em painel. Revista de Administração da USP. São Paulo, 47(2), p.217-230.

Salmon, W. J. (2001). Prevenção de Crises: como engrenar o conselho. In: Experiências de Governança Corporativa. Rio de Janeiro: Campus.

Shleifer, A., & Vishny, R. (1997). A survey of corporate governance. The journal of finance, 52(2), 737–783.

Siffert Filho, N. F., Alonso, L. de A., Chagas, E. B. das., Szuster, F. R., & Sussekind, C. S. (2009). O papel do BNDES na expansão do setor elétrico nacional e o mecanismo de Project Finance. BNDES Setorial. Rio de Janeiro, n. 29, p. 3-36.

Silva, B. G. da. (2011). Evolução do setor elétrico brasileiro no contexto econômico nacional: uma análise histórica e econométrica de longo prazo. Dissertação de Mestrado, Programa de Pós-Graduação em Energia da Universidade de São Paulo (EP/FEA/IEE/IF). São Paulo, SP, Brasil.

Silveira, A. Di M. (2002). Governança Corporativa, desempenho e valor da empresa no Brasil. Dissertação de Mestrado, Universidade de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil.

Silveira, A. Di M. (2004) Governança corporativa e estrutura de propriedade: determinantes e relação com o desempenho das empresas no Brasil. Tese de Doutorado em Administração, Programa de Pós-Graduação em Administração, Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil.

Silveira, A. Di M. (2006). Governança Corporativa e estrutura de propriedade: determinantes e relação com o desempenho das empresas no Brasil. São Paulo: Ed. Saint Paul.

Silveira, A. Di M., Barros, L. A. B. C., Famá, R. (2005). A Qualidade da Governança Corporativa Influencia o Valor das Companhias Abertas no Brasil? In: XXIX Encontro Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Administração (ENANPAD), Brasília.

Sonza, I. B. (2012). Eficiências em Estruturas de propriedade concentradas e Compensação de Executivos: novas evidências para o Brasil. Tese de Doutorado em Administração, Programa de Pós-Graduação em Administração, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Porto Alegre, RS, Brasil.

Srour, G. (2005). Práticas Diferenciadas de Governança Corporativa: um estudo sobre a conduta e a performance das firmas brasileiras. Revista Brasileira de Economia, 59(4), 635-674.

Stulz, R. (1988). Managerial control of voting rights: Financing policies and the market for corporate control. Journal of Financial Economics, vol.20, p.25-54.

Tirole, J. (2006). The Theory of Corporate Finance. Princeton University Press.

Valadares, S. M., & Leal, R. P. (2000). Ownership and Control Structure of Brazilian Companies. Revista Abante, 3(1), p. 29-56.

Velasquez, M. D. P. (2008). A influência da Governança Corporativa no Desempenho e na Estrutura de Capital das empresas listadas no N1, N2 e Novo Mercado da Bovespa. 195 f. Dissertação de Mestrado em Administração, Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Santa Maria, RS, Brasil.

Vieira, M. F. da C. (2010). Governança Corporativa e Desempenho de Empresas: Novas Evidências do Caso Brasileiro. Dissertação de Mestrado, Escola de Pós-Graduação em Economia da Fundação Getúlio Vargas, Rio de Janeiro, Brasil.

Watts, R. L., & Zimmerman, J. L. (1986). Towards a positive theory of the determination of accounting standards. Positive Accounting Theory. Englewood Cliffs: Prentice-Hall.

Wooldridge, J. M. (2002). Econometric Analysis of Cross Section and Panel Data. London: MIT Press.

Wong, S. C. Y. (2009). Uses and Limits of Conventional Corporate Governance Instruments: Analysis and Guidance for Reform (Integrated version). Private Sector Opinion, Global Corporate Governance Forum. Recuperado em 1 junho, 2013, de http://ssrn.com/abstract=1409370.

Yermack, D. (1996). Higher Market Valuation of Companies with a Small Board of Directors. Journal of Financial Economics, v. 40, p. 185-211.

Zheka, V. (2005). Corporate Governance, Ownership Structure and Corporate Efficiency: The Case of Ukraine. Managerial and Decision Economics, 26, 451-460.

Zonatto, V. C. da S., Santos, A. C. dos, Junior, M. M. R., & Bezerra, F. A. (2011). Fatores determinantes para adoção das normas de contabilidade no Brasil: uma investigação em empresas públicas e privadas do setor de energia elétrica. Revista de Contabilidade e Organizações, 5(12), 26-47.




Licença Creative Commons
Esta obra está licenciada sob uma licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional.